sábado, 18 de julho de 2015
Cigarro mata mais de 5 milhões de pessoas, segundo OMS
O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável no mundo. A organização estima que um terço da população mundial adulta, cerca de 2 bilhões de pessoas, sejam fumantes. Pesquisas comprovam que aproximadamente 47% de toda a população masculina mundial e 12% da feminina fumam.
A fumaça do cigarro tem mais de 4,7 mil substâncias tóxicas. O alcatrão, por exemplo, é composto de mais de 40 compostos cancerígenos. Já o monóxido de carbono (CO) em contato com a hemoglobina do sangue dificulta a oxigenação e, consequentemente, ao privar alguns órgãos do oxigênio causa doenças como a aterosclerose (que obstrui os vasos sanguíneos). A nicotina é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) droga psicoativa que causa dependência. Ela também aumenta a liberação de catecolaminas, que contraem os vasos sanguíneos, aceleram a freqüência cardíaca, causando hipertensão arterial.
O tabagismo está relacionado a mais de 50 doenças sendo responsável por 30% das mortes por câncer de boca, 90% das mortes por câncer de pulmão, 25% das mortes por doença do coração, 85% das mortes por bronquite e enfisema, 25% das mortes por derrame cerebral. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), todo ano mais de cinco milhões de pessoas morrem no mundo por causa do cigarro. E, em 20 anos, esse número chegará a 10 milhões se o consumo de produtos como cigarros, charutos e cachimbos continuar aumentando.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), vinculado ao Ministério da Saúde, o tabaco também tem relação com a impotência sexual e infertilidade masculina pois, segundo estudos, prejudica a mobilidade do espermatozóide. Os mesmos prejuízos também são atribuídos ao cachimbo e ao charuto. Apesar de não serem tragáveis, possuem uma concentração de nicotina maior, que é absorvida pela mucosa oral.
Não só o fumo ativo, mas o passivo também aumenta os riscos de doença. Sete não fumantes morrem por dia em consequência do fumo passivo. O tabagismo passivo aumenta em 30% o risco para câncer de pulmão e 24% o risco para infarto.
Para obter informações sobre tabagismo consulte o site do Instituto Nacional de Câncer (Inca), órgão do Ministério da Saúde responsável por coordenar e executar o Programa de Controle do Tabagismo no Brasil.
Ou ligue no Disque Saúde (136).
terça-feira, 5 de maio de 2015
O cigarro no mundo
Na desigual geografia do vício, onde se fuma mais hoje é nos países pobres
por Drauzio Varella
Na primeira metade do século XX, o cigarro virou epidemia masculina. Nas décadas que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, perto de 80% dos homens haviam fumado em algum momento da vida adulta.
Desde então, a prevalência começou a cair nos países de língua inglesa e no Norte da Europa. Como consequência, a partir dos últimos 20 anos do século passado as mortes causadas pelo cigarro entraram em declínio, também na América Latina, Europa Central e Sul da Europa.
O pico da mortalidade feminina aconteceu mais tarde, porque as mulheres começaram a fumar em massa só a partir do anos 1960. A redução da prevalência entre elas ocorrida nas últimas décadas nos países de língua inglesa, Europa do Norte e Brasil começa a diminuir o número de mortes.
Com as medidas restritivas adotadas nos países industrializados e naqueles de renda média, a indústria passou a investir na Ásia, África e Oriente Médio, países populosos em que a legislação mais frouxa permite a publicidade e a presença do cigarro em toda parte.
Entre mais de 1 bilhão de fumantes espalhados pelo mundo, a maioria vive hoje em países pobres ou de renda média.
A prevalência caiu para menos de 20% na Austrália, Canadá, Brasil, Estados Unidos e Europa do Norte, mas ficou estabilizada em níveis ao redor de 60% nos lestes europeu e asiático.
A prevalência entre as mulheres ainda se mantém ao redor de 40% em algumas partes da Europa. Na África abaixo do Deserto do Saara, os níveis são relativamente mais baixos, e o consumo de cigarros por fumante é menor do que nas Américas, Europa e Ásia.
Ao lado dessas desigualdades na prevalência mundial, ocorreram mudanças nos tipos de cigarros consumidos, em resposta ao marketing criminoso da indústria, armado para dar ao fumante a sensação de que os cigarros “light” ou com baixos teores de alcatrão seriam mais seguros.
Entre outros estudos, uma revisão do Department of Health and Human Services dos Estados Unidos, publicada em 2010, afirmou categoricamente: “Cinco décadas de alterações no design dos cigarros não reduziram o risco de doenças entre os fumantes”.
Fumantes ativos e passivos são responsáveis por 6,3% das enfermidades que afligem a humanidade e sobrecarregam os sistemas de saúde, a maioria delas em países pobres ou de renda média. O fumo mata 6,3 milhões de pessoas por ano. As estimativas são de que durante o século XXI ele causará 1 bilhão de mortes.
Nesse panorama trágico, a situação brasileira não é das piores. A cada novo inquérito cai o número de fumantes em nosso país. Os mais recentes mostram que 15% a 17% dos brasileiros com mais de 15 anos fumam. Fumamos menos do que os americanos, alemães, italianos, franceses, dinamarqueses ou holandeses. Na Europa, apenas os suecos fumam menos do que nós: 12%.
Mulheres fumantes perdem, em média, 10 anos de vida, e os homens morrem 12 anos mais cedo.
por Drauzio Varella
Na primeira metade do século XX, o cigarro virou epidemia masculina. Nas décadas que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, perto de 80% dos homens haviam fumado em algum momento da vida adulta.
Desde então, a prevalência começou a cair nos países de língua inglesa e no Norte da Europa. Como consequência, a partir dos últimos 20 anos do século passado as mortes causadas pelo cigarro entraram em declínio, também na América Latina, Europa Central e Sul da Europa.
O pico da mortalidade feminina aconteceu mais tarde, porque as mulheres começaram a fumar em massa só a partir do anos 1960. A redução da prevalência entre elas ocorrida nas últimas décadas nos países de língua inglesa, Europa do Norte e Brasil começa a diminuir o número de mortes.
Com as medidas restritivas adotadas nos países industrializados e naqueles de renda média, a indústria passou a investir na Ásia, África e Oriente Médio, países populosos em que a legislação mais frouxa permite a publicidade e a presença do cigarro em toda parte.
Entre mais de 1 bilhão de fumantes espalhados pelo mundo, a maioria vive hoje em países pobres ou de renda média.
A prevalência caiu para menos de 20% na Austrália, Canadá, Brasil, Estados Unidos e Europa do Norte, mas ficou estabilizada em níveis ao redor de 60% nos lestes europeu e asiático.
A prevalência entre as mulheres ainda se mantém ao redor de 40% em algumas partes da Europa. Na África abaixo do Deserto do Saara, os níveis são relativamente mais baixos, e o consumo de cigarros por fumante é menor do que nas Américas, Europa e Ásia.
Ao lado dessas desigualdades na prevalência mundial, ocorreram mudanças nos tipos de cigarros consumidos, em resposta ao marketing criminoso da indústria, armado para dar ao fumante a sensação de que os cigarros “light” ou com baixos teores de alcatrão seriam mais seguros.
Entre outros estudos, uma revisão do Department of Health and Human Services dos Estados Unidos, publicada em 2010, afirmou categoricamente: “Cinco décadas de alterações no design dos cigarros não reduziram o risco de doenças entre os fumantes”.
Fumantes ativos e passivos são responsáveis por 6,3% das enfermidades que afligem a humanidade e sobrecarregam os sistemas de saúde, a maioria delas em países pobres ou de renda média. O fumo mata 6,3 milhões de pessoas por ano. As estimativas são de que durante o século XXI ele causará 1 bilhão de mortes.
Nesse panorama trágico, a situação brasileira não é das piores. A cada novo inquérito cai o número de fumantes em nosso país. Os mais recentes mostram que 15% a 17% dos brasileiros com mais de 15 anos fumam. Fumamos menos do que os americanos, alemães, italianos, franceses, dinamarqueses ou holandeses. Na Europa, apenas os suecos fumam menos do que nós: 12%.
Mulheres fumantes perdem, em média, 10 anos de vida, e os homens morrem 12 anos mais cedo.
domingo, 22 de março de 2015
Para o paciente que fuma há muitos anos, há, ainda, benefícios ao parar de fumar?
Sempre haverá benefícios ao parar de fumar, mesmo para aquele paciente que fuma há muitos anos ou que tem idade avançada. Esse ganho se dará em termos de uma vida mais saudável, com menos chances de adoecer.
Como exemplo, podemos citar que:
- após 2 a 12 semanas de abandono do fumo, há melhora da circulação sangüínea;
- após 1 a 9 meses de abandono do fumo, há redução da tosse e das infecções respiratórias;
- após 1 ano de abandono do tabagismo, há redução de 50% no risco de infarto e angina;
- após 10 anos de abandono do cigarro, o risco de morte por infarto torna-se igual ao de uma pessoa que nunca fumou.
Como exemplo, podemos citar que:
- após 2 a 12 semanas de abandono do fumo, há melhora da circulação sangüínea;
- após 1 a 9 meses de abandono do fumo, há redução da tosse e das infecções respiratórias;
- após 1 ano de abandono do tabagismo, há redução de 50% no risco de infarto e angina;
- após 10 anos de abandono do cigarro, o risco de morte por infarto torna-se igual ao de uma pessoa que nunca fumou.
sábado, 17 de janeiro de 2015
Como são usados os adesivos de nicotina?
Primeiramente, é importante destacar que a terapia de reposição de nicotina não é uma terapia milagrosa, é preciso que o indivíduo esteja preparado e motivado a parar de fumar. Os adesivos, bem como as outras formas de reposição de nicotina, dobram as chances do indivíduo manter-se sem o cigarro. No dia marcado para interromper com o cigarro, os adesivos de nicotina começam a ser empregados.
Eles são colocados sobre a pele, em local desprovido de pêlos, promovendo a liberação lenta e constante da nicotina. O adesivo deve ser trocado a cada 24 horas e deve-se evitar colocá-lo no mesmo local que estava anteriormente. Eles não impedem que o indivíduo pratique atividade esportiva.
Existem adesivos com diferentes dosagens de nicotina (10, 20 ou 30mg). A dosagem ideal é determinada pelo médico, de acordo com o grau de dependência do fumante. O tempo ideal de uso do adesivo, bem como de qualquer forma de reposição de nicotina não está bem estabelecido, podendo variar de 4 a 16 semanas, de acordo com a resposta do paciente.
Eles são colocados sobre a pele, em local desprovido de pêlos, promovendo a liberação lenta e constante da nicotina. O adesivo deve ser trocado a cada 24 horas e deve-se evitar colocá-lo no mesmo local que estava anteriormente. Eles não impedem que o indivíduo pratique atividade esportiva.
Existem adesivos com diferentes dosagens de nicotina (10, 20 ou 30mg). A dosagem ideal é determinada pelo médico, de acordo com o grau de dependência do fumante. O tempo ideal de uso do adesivo, bem como de qualquer forma de reposição de nicotina não está bem estabelecido, podendo variar de 4 a 16 semanas, de acordo com a resposta do paciente.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Preparação para parar de fumar
Descubra quais são os motivos que fazem com que você continue fumando:
- "fumar me dá energia, me deixa mais animado", o cigarro realmente exerce um efeito estimulante, porém praticar atividades físicas, ter uma alimentação saudável, ter uma boa noite de sono são medidas que lhe proporcionarão um melhor desempenho nas suas atividades do cotidiano.
- "ter o cigarro em minhas mãos me dá prazer", os rituais que cercam o ato de fumar, como acender o cigarro, levá-lo à boca ou simplesmente segurá-lo tornam-se automáticos para o fumante. Medidas para substituí-los, tais quais segurar uma caneta, chupar balas ou praticar uma atividade manual (pintura, carpintaria, costura), podem ser úteis.
- "fumo porque gosto", se você pensa dessa forma saiba quais são os benefícios ao parar de fumar. (veja em Tratamento do Tabagismo)
- "fumar reduz o meu estresse", lembre-se que existem outras maneiras mais saudáveis de reduzir o estresse, como praticar atividades físicas regularmente, ouvir música, um bom banho, viajar ou ler um livro.
- "estou viciado", a dependência da nicotina pode ser tratada com remédios, não hesite em procurar o médico. (veja em o Tratamento do Tabagismo)
Anote em uma folha de papel os motivos que o levaram a parar de fumar e a deixe bem a vista.
B) Marque a data para parar de fumar
- A data deve ser marcada com uma certa antecedência (duas semanas).
- Prefira dias mais tranqüilos.
- Conte para seus familiares e amigos a respeito da decisão.
C) Dias que antecedem a data marcada
- Tente diminuir o número de cigarros fumados.
- Descubra quais são as situações em que a vontade de fumar é maior (exemplos: após o café, ao beber bebidas alcoólicas, quando está ao telefone, etc) e procure evitá-las.
- Retire da casa os produtos relacionados ao tabaco, como cinzeiros e isqueiros.
- Passe a fumar fora de casa, do carro e do ambiente de trabalho. Dessa forma, reduz-se o cheiro de cigarro nesses locais e por conseqüência a tentação para fumar.
- Solicite aos familiares e amigos que não fumem perto de você e nem dentro de casa.
- Se há algum fumante que divide com você o ambiente doméstico, convença-o a interromper o tabagismo, se não for possível peça-o para não fumar dentro de casa.
- Lembre-se dos benefícios que terá ao parar de fumar.
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Cigarro causa mutação no DNA em minutos
Em uma pesquisa recém publicada pela Sociedade Química Americana, cientistas revelam que o cigarro causa danos no DNA apenas minutos depois de a fumaça ser inalada.
Diferentemente do que se pensava antes, os danos genéticos não aparecem ao longo dos anos, mas sim entre 15 e 30 minutos depois de cada trago.
O trabalho do Dr. Stephen S. Hecht e seus colegas é o primeiro estudo humano a detalhar a maneira como certas substâncias no tabaco causam danos no DNA associados ao aparecimento do câncer.
Evidências mostram que substâncias nocivas no tabaco (os “polycyclic aromatic hydrocarbons”, ou PAHs) são um dos principais culpados pelo câncer de pulmão – um mal que mata, todos os dias, cerca de três mil pessoas no mundo. Até agora, no entanto, não havia um trabalho detalhando como agem esses químicos no corpo.
Na pesquisa recém divulgada, 12 voluntários fumantes usaram cigarros especiais, nos quais o PAH phenanthrene foi marcado para que seu caminho no corpo pudesse ser rastreado. As análises mostraram que o phenanthrene rapidamente forma uma substância toxica no sangue, que causa as mutações no DNA.
Os fumantes desenvolveram níveis máximos dessa substância em um tempo surpreendente: entre 15 e 30 minutos. O efeito é tão veloz que, segundo os pesquisadores, seria equivalente a injetar o produto que causa mutação diretamente no sangue.
Além do pulmão, o cigarro também está associado a pelo menos 18 outros tipos de câncer. Em seu trabalho, os pesquisadores escrevem que “os resultados apresentados deveriam servir como um alerta àqueles que consideram começar a fumar cigarros”.
Diferentemente do que se pensava antes, os danos genéticos não aparecem ao longo dos anos, mas sim entre 15 e 30 minutos depois de cada trago.
O trabalho do Dr. Stephen S. Hecht e seus colegas é o primeiro estudo humano a detalhar a maneira como certas substâncias no tabaco causam danos no DNA associados ao aparecimento do câncer.
Evidências mostram que substâncias nocivas no tabaco (os “polycyclic aromatic hydrocarbons”, ou PAHs) são um dos principais culpados pelo câncer de pulmão – um mal que mata, todos os dias, cerca de três mil pessoas no mundo. Até agora, no entanto, não havia um trabalho detalhando como agem esses químicos no corpo.
Na pesquisa recém divulgada, 12 voluntários fumantes usaram cigarros especiais, nos quais o PAH phenanthrene foi marcado para que seu caminho no corpo pudesse ser rastreado. As análises mostraram que o phenanthrene rapidamente forma uma substância toxica no sangue, que causa as mutações no DNA.
Os fumantes desenvolveram níveis máximos dessa substância em um tempo surpreendente: entre 15 e 30 minutos. O efeito é tão veloz que, segundo os pesquisadores, seria equivalente a injetar o produto que causa mutação diretamente no sangue.
Além do pulmão, o cigarro também está associado a pelo menos 18 outros tipos de câncer. Em seu trabalho, os pesquisadores escrevem que “os resultados apresentados deveriam servir como um alerta àqueles que consideram começar a fumar cigarros”.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Teste e Programa de Apoio
Saiba que 95% dos fumantes deixam de fumar sozinhos, sem participar de nenhum programa de apoio. Você também pode conseguir!Que tal começar fazendo um teste para conhecer melhor seu padrão de fumar?
1- Quanto tempo após acordar você fuma o primeiro cigarro?
Dentro de 5 minutos = 3
Entre 6-30 minutos = 2
Entre 31-60 minutos = 1
Após 60 minutos = 0
2 - Você acha difícil não fumar em lugares proibidos?
Sim = 1
Não = 0
3 - Qual o cigarro do dia traz mais satisfação?
O primeiro da manhã = 1
Outros = 0
4 - Quantos cigarros você fuma por dia?
Menos de 10 = 0
De 11 a 20 = 1
De 21 a 30 = 2
Mais de 31 = 3
5 - Você fuma mais frequentemente pela manhã?
Sim = 1
Não = 0
6 - Você fuma mesmo doente, quando precisa ficar na cama a maior parte do tempo?
Sim = 1
Não = 0
Confira o seu grau de dependência do cigarro:
0 - 2 pontos = muito baixo
3 - 4 pontos = baixo
5 pontos = médio 6 - 7 pontos = elevado
8 - 10 pontos = muito elevado
Agora avalie seu resultado:
- Se você atingiu até 4 pontos, poderá ser mais fácil conseguir parar de fumar.
- Se conseguiu 5 pontos, procure se informar mais sobre os problemas relacionados ao tabagismo.
- Se somou entre 6-10 pontos, procure a ajuda de seu médico de confiança para ajudá-lo a parar de fumar.
Em qualquer resultado é possível você conseguir parar de fumar.
domingo, 26 de janeiro de 2014
OS BENEFÍCIOS DE LARGAR O CIGARRO
Muito se fala dos males do cigarro, mas sinceramenter acho que isso todo mundo tá careca de saber e nem acho que saber disso ajuda a largar, então vai aí uma lista de alguns benefícios que o fumante esperimenta oa largar esse vício tão nocivo.
Vinte minutos depois de parar de fumar, a pressão sangüínea e a pulsação voltam ao normal.
Após duas horas, não haverá mais nicotina no sangue.
Após 8 horas, o nível de oxigenação no sangue aumenta para o normal.
Após um dia, diminuem os riscos de um ataque cardíaco.
Após dois dias, o sistema nervoso estará funcionando melhor.
Após três dias, os brônquios estarão relaxados, tornando a respiração mais fácil.
Após 3 meses, a circulação do sangue aumentará.
Em um ano, haverá a redução da tosse, da congestão nasal, do cansaço e da falta de ar.
Após 5 anos, o risco de sofrer infarto será igual ao de quem nunca fumou.
Mas, se conhecer os benefícios de largar o cigarro não é motivação suficiente, veja alguns dos prejuízos do cigarro para a saúde:
O cigarro causa impotência sexual.
Um maço de cigarros por dia por mais de 10 anos rouba, em média, 5 anos de vida do fumante.
Fumantes têm uma probabilidade 24 vezes maior de desenvolver câncer de pulmão.
Uma pessoa que fuma tem o dobro de chance de vir a ter doenças cardiovasculares do que uma pessoa que não fuma.
Grávidas que fumam apresentam risco muito maior de partos prematuros, e também de terem bebês com pouco peso ou com graves problemas pulmonares.
O cigarro causa mau hálito e amarelamento dos dentes.
O cigarro apressa o envelhecimento da pele.
Cada vez mais, o fumo tem sido associado à baixa produtividade, o que prejudica os fumantes no mercado de trabalho.
Por ser um hábito cada vez mais rejeitado, o fumante pode enfrentar situações estressantes em locais como aviões, ônibus, cinemas e bares.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
MODIFICAÇÃO DE HÁBITOS ANTES DE DEIXAR O FUMO
Para que você obtenha uma condição psicológica vigorosa, a fim de evitar principalmente os pequenos problemas relativos à abstinência que acontecerão nos 15 dias que sucederão ao dia definitivo do abandono do vício (não são mais que 15 dias, cientificamente comprovado: passado esse período, essas pequenas crises cessam, e poderá eventualmente surgir apenas desejo de fumar, que é acilmente superável, mas não mais a necessidade interior), é preciso que você adquira hábitos de vida saudáveis, que serão descritos a seguir. São hábitos excelentes, que lhe darão por si só uma excelente condição psicológica e física! A simples adoção destes hábitos já afastará de você a vontade de fumar! Ainda, mesmo pessoas que não fumem deveriam ler ao menos este capítulo do livro para ter valiosa qualidade de vida! Talvez você não possa fazer exatamente igual cada bom hábito que descreverei, como por exemplo por motivos pessoais diversos como horário do trabalho, horário dos estudos, etc.; entretanto, executá-los se aproximando o máximo possível deles já será suficiente! Vamos aos hábitos?
Não coma antes de dormir: sua última refeição, a janta às 17:00 h, deve ser leve, como uma boa sopa, não muito quente para não lhe machucar o estômago ou as vias digestivas, não muito salgada para não lhe dar dor de cabeça, e natural, rica em nutrientes (evite sopas pré-fabricadas que possuam conservantes ou
glutamato monossódico, que pode causar dor de cabeça em certas pessoas); ou um suco de frutas bem liqüidificado, com biscoitos; um café com leite, acompanhado de biscoitos ou de um pedaço de bolo simples (sem recheios ou cremes) também pode ser uma boa opção! Caso você coma muito na janta ou, pior, exatamente antes de dormir, todos os seus órgãos do aparelho digestivo (estômago, fígado, rins, etc.) serão obrigados a continuar trabalhando durante o sono, e, ao acordar, você se sentirá muito cansado por conta disso, tendo talvez até a desagradável sensação de “não ter dormido”; assim, coma pouco.
Seu horário ideal para já estar deitado para dormir é às 20:00 h. Por que tão cedo? Está provado cientificamente que, em termos de repouso e benefício ao organismo, cada hora dormida antes da meia-noite vale por duas das dormidas após!!! O gráfico do ciclo metabólico do corpo humano que você verá a seguir demonstra este e outros hábitos deste capítulo. Se quiser, beba um pouco de chá de camomila morno (quente pode dar úlcera; se mesmo morno o chá lhe causar mal ao estômago, tome frio) ou um pouco de leite antes de deitar.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
TOMAR A DECISÃO DE PARAR DE FUMAR
Você já sabe certamente os motivos pelos quais pensa em deixar o fumo. Caso eles não estejam muito claros para você, escreva-os num papel; não é preciso escrever muitos motivos, pelo menos três. Leia os motivos descritos e reflita sobre cada um deles; caso não os tenha escrito, lembre os principais motivos e execute uma reflexão. É importante que você saiba claramente porque está chegando a essa decisão de deixar o fumo, para evitar inclusive futuras voltas ao vício: assim, seria mesmo bom anotar num papel, ou então gravar bem em sua mente, quais os motivos principais que o estão levando a tomar esta decisão derradeira.
Caso não tenha conseguido isolar por si mesmo as razões para deixar o fumo,estabelecidas as razões para deixar o fumo, reconheça definitivamente que você compreende que precisa abandonar o cigarro, e que você abriga dentro de si a necessidade de parar de fumar. Sem mais dúvidas, atrasos ou postergações, DECIDA NESTE MOMENTO QUE VOCÊ É UMA PESSOA QUE DEIXARÁ DE FUMAR!
Caso não tenha conseguido isolar por si mesmo as razões para deixar o fumo,estabelecidas as razões para deixar o fumo, reconheça definitivamente que você compreende que precisa abandonar o cigarro, e que você abriga dentro de si a necessidade de parar de fumar. Sem mais dúvidas, atrasos ou postergações, DECIDA NESTE MOMENTO QUE VOCÊ É UMA PESSOA QUE DEIXARÁ DE FUMAR!
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